A missão foi uma experiência muito rica de humanidade e amor, vivemos literalmente "1 dia para amar"  Estas as palavras de Iago, um dos jovens que organizou e participou dessa missão.

E continua: "Este dia se traduziu em muitas faces do amor de Deus, que agiu e se mostrou através do encontro, da fraternidade e da solidariedade. Nesta experiência tivemos uma grande união do Grupo Missionário GIMVI JOVENS com os Grupos de Crisma de toda a Paróquia, foi uma bela oportunidade de viver a amizade que com certeza foi muito válida para todos, eram cerca de 100 jovens dispostos a gastar suas energias e distribuir muita alegria em 3 realidades na região de Embu- Guaçu: Lar de Idosos São Francisco de Assis, Casa de Acolhida Lar Efrata, Casa de Repouso São Sebastião e não parou por ai... também houve um grupo que vivenciou uma experiência de missão na rua".  A seguir outros testemunhos de quem participou.

Leticia: 

Eu fui no lar de idosos São Sebastião, fomos muito acolhidos tanto pelas funcionárias quanto pelos idosos, eles  são muito muito atenciosos. Em particular conto uma experiência bem simples que mexeu comigo... Alguns deles não falavam ou não era compreensível o que falavam e por um tempo fiquei pensando o que eu poderia oferecer para que eles não se sentissem excluídos da nossa visita, tinha uma senhora cadeirante bem velhinha eu me aproximava dela, fazia carinho no braço e ela tinha uma reação que me intrigava, eu falava com ela mesmo ela não podendo me responder e qndo eu tocava na mão dela ela parecia se irritar (minha interpretação), aí eu me afastava um pouco e depois voltava a conversar com ela, qundo estava me despedindo fui me aproximar novamente segurei a mão dela e dei um beijo e quando fui soltar ela segurou muito forte a minha mão e ali eu entendi que n estava sendo um incomodo pra ela fiquei um tempo olhando e segurando a mão dela e uma das coisas mais difíceis foi soltar, e ali eu entendi que nós falamos muito e nem sempre as palavras são necessárias para expressar o que se sente.  Espero que se repita. 

Beatriz:

Pra mim a missao foi incrivel, eu venho tentando deixar a timidez um pouco de lado pra poder conseguir fazer as visitas e tudo que é proposto de um jeito mais leve e sem muita pressão, confesso que ainda me sinto insegura muitas vezes masss tento colocar na cabeça que sou capaz.. No final acaba sendo leve e intenso do jeito que deveria ser tanto pra mim quanto pra pessoa que visitei.. Eu amo conversar e mostrar pras pessoas que existe alguem que se importa com elas, é sempre muito bom fazer parte disso e até mesmo de estar com vocês.

Sabrina

Pra falar a verdade, eu nem estava com coragem de vim para a missão, porque eu moro longe e tava chovendo.. Mas não me arrependo de ter vindo mesmo na chuva, um dia antes pra chegar no horário... faria isso de novo, quantas vezes preciso fosse. No orfanato o que me marcou foi o pequeno Vinicius, quando nós chegamos ele ficou tímido, não queria se aproximar, e logo após o lanche ele veio falar comigo e brincou, não só ele como o Adriel, Adrian, Paulo e a Andreza que tava tímida, entre outros que não me recordo o nome... Enfim esse dia só confirmou o que eu quero daqui em diante, quero levar amor, quero amar, ajudar cada vez mais o ser humano, mesmo que seja com um sorriso ou abraço.

Deivid

Pra mim a missão foi muito rica, conheci pessoas simples e humildes, porém com um sorriso muito acolhedor... Nesse dia para amar, quem foi amado fomos nós

Beatriz

A missão pra mim foi como um alimento pra essa fome de "me doar" ao próximo, que vem crescendo em mim. Eu fiquei com o grupo que foi visitar o orfanato, e foi fascinante ver o quanto aquelas crianças que muito provavelmente não tinham se quer uma família que as acolhessem conseguiam ser tão acolhedoras, receptivas e carinhosas. Foi mais um passo pra perceber o quanto eu preciso de experiências que me permitam ter contato com algo que está fora da minha realidade. Mais um passo pra perceber que a gente sempre tem algo para o outro, mesmo que não seja físico.

Heliel

O dia foi maravlhoso pra mim, desde de o levantar da cama até o deitar nela, graças as pessoas que fizeram com que isso acontecesse. Ontem tive de enfrentar 2 desafios, a missão e ser acompanhante da Chiara, nossa nova amiga Italiana. Chegamos no orfanato e de cara, já ganhamos um abraço do pequeno Adrian (se não me engano), um garoto suuuper alegre e pimentinha hahahah as outras crianças no começo ficaram com vergonha mas isso não foi um problema, no meio do "tour" pela casa já começamos a brincar com elas. Algumas das crianças me perguntaram se nós iríamos voltar.
A Chiara disse que ficou muito feliz em nos conhecer e se sentiu super acolhida.. ao sairmos do orfanato, perguntei a ela o que tinha achado e ela disse: They don't have nothing, but they're happy  (Elas não têm nada, mas são felizes). E realmente é verdade, isso ficou na minha cabeça por muito tempo ontem, essas coisas simples me deixou preenchido, muito feliz. 

Mandie

O dia pra mim se resumiu em pequenos "desafios". Primeiro porque não sou acostumada a cantar (morro de vergonha e fico nervosa) e fiquei numa posição de ouvir, ao invés de falar. Ao chegar no lar de idosos me perguntei o que iria falar, como chegar neles e coisas assim, porque não sei puxar muito assunto.Resumindo, o dia foi maravilhoso, graças a Deus tudo deu certo, fiquei satisfeita por ter dado o máximo de mim e algo que ouvi, me marcou e com certeza lembrarei é Sempre que vejo o sol nascer, sinto Deus me amando e me presenteando, frase da dona Maria Aquino, uma idosa de 87 anos que passou por várias dificuldades na vida, mas nunca se sentiu desamparada por Deus. Essa missão foi um presente, sinto que realmente amei e me senti amada também!
Acho que posso dizer que amei no "dia pra amar"

Adriel

Foi uma experiencia de descanso para mim, hoje levantei disposto numa segunda, com chuva, porque no sábado descansei estando com vocês. Fiquei muito feliz pelos crismandos que mal nos conhece, relacionar os mais velhos de caminha do nosso grupo como coordenadores da missão, e não só a eu a Anália, Adriano e Iago e os missionários, fiquei feliz porque a missão faz parte de nós da mesma forma, expressamos de forma diferente mais sinto que ela é nós, junto com a comunhão que é nossa e com a providencia, que nos da certeza em meio aos medos e inseguranças. Minha alegria é por ter novamente renovado a certeza, que é o GIM quem dá cor a missão. Minha alegria é ver que a missão é nossa, que somos nos que damos cor, e ao mesmo tempo, de quem coordena de verdade é Deus.  Também fico feliz, pelos que começaram a caminhada conosco recentemente, feliz porque vi em cada um que de alguma forma sentia a missão, sentia que o desejo de ir ao outro que precisa, era de uma forma um desejo pessoal, que é realizado junto com todo o grupo.  Sentia claro nos mais novos como é claro nos de mais tempo. Fico feliz pela forma com que cada um acolheu os crismandos, feliz por este novo molde de missão, que sem duvidas Deus quis. (Acho que nunca num texto disse tanto Deus). Encerro com uma frase tema de GIM deste ano, que não sai da minha grande cabeça:
A MISSÃO TRANSFORMA A VIDA. E é esta a certeza que tenho.